Visão de Hoje

junho 22nd, 2009
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Desde quando me conheço por gente, tomei atitudes que vieram somando para hoje chegarmos aonde chegamos. Tudo gira em torno do seu ponto de vista.

Era uma vez quando a muito longe se avistava a figura de uma bandeira panteônica. Quando tínhamos um exército inteiro organizado, com pistoleiros, cavaleiros, arqueiros, atiradores e, tudo o que podíamos abater em grande escala no Velho Oeste. E tudo era tido como vitória compartilhada. Cada um por todos e todos por um.

Sim, éramos imbatíveis. Passamos um bom tempo acreditando e tendo as respostas afirmativas vindas de ações bem executadas, o que nos levou a Hegemonia Panteônica. Tudo o que fazíamos era bem feito, friamente calculado em cada célula.

É doloroso ver que muitos de vocês poderiam estar participando efetivamente mais do Panteon em vez de ficar encontrando um bom motivo para se ausentar dos seus compromissos.

Tive muitas vezes que semear a discórdia para que vocês pudessem enxergar que tudo o que passa na sua cabeça acaba refletindo mais cedo ou mais tarde, em ações: contra ou a favor do objetivo que “Jaz” era comum.

Estou em guerra! Meu exército é o mais numeroso. Poucas vezes se viu um forte tão determinado a vitória. Um comandante que se mostrou fraco foi substituído à altura. A expectativa é grande. Cada vitória aponta para um triunfo ainda maior.

Temos um novo pelotão. Sejam todos bem vindos! Miscigenação marca o tom das rodas de soldados reunidos. Sentimos a força ao nos apresentarmos na abertura. Muitos convocados se reencontram e voltam a discutir estratégias, outros mais ainda se deslumbram com a idéia de fazer parte de um grupo campeão. Sim, nós podemos!

PArtindo da Nova TEOria Nacionalista chegamos e Partimos Para melhor Servir ao bem e podemos estar mais uma vez caminhando para a supremacia. Mesmo estando praticamente numa ilha, conseguimos nos destacar. Lutamos não apenas por você, lutamos por uma família, pelo sangue do sangue, por um lugar ao Sol. O Poder é divino e unidos na sua palavra podemos muito mais do você imagina.  

“As ações de um grande homem se dá por meio de uma longa experiência das coisas modernas e de uma contínua lição das coisas antigas” Nicolau Maquiavel

Um rumo ao exército, um novo rumo pelo exército

abril 19th, 2009
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O desperto do Rei faz-me soldado, e a esperança de guerra torna-me a celar e viajar. O mundo lúdico sempre auxiliou o reino, seja por meio das rotineiras alusões de dragões mortos, seja pelas alusões fantasiosas e não reais, ou pelas reais divulgadas pelos pergaminhos por todo o reino, e disso fiz parte.
Faço parte, todos fazem, com certeza sei o que o meu Rei esperava, estava ali, nas escrituras que ainda não foram escritas, estão ali, no rascunho das escrituras, a lendária motivação e toda sua integração com o mundo, desde o despertar para outro *****, até a função linear de tempo anacrônico, baseado em suma na confiança, fortalecido na família e estruturado pela liderança de um “não líder” saber que todos são peças, pequenas, médias e grandes, de forças inigualáveis para um exército devastador, que faria produziria em batalha apenas pelo piscar de olhos do Rei, indo à frente de batalha com uma espingarda na mão, enquanto o seu mentor estaria acalmando seu espírito antes da batalha, seus bobos da corte alegrando seus guerreiros, seus guerreiros; obstinados guerreiros; treinando seus alvos, seu estrategista completando o plano, seus atiradores de elite posicionando-se, seus pistoleiros armandoo-se, seus anjos anunciando, seus atiradores de canhão guardando sua retaguarda, seus diligentes e govenadores… Enfim todos exercendo suas funções, não por obrigação, mas por saberem que isto completaria o exército e os levariam à vitória. Amigos no fim da batalha em que todos celebrariam com vinho em volta do manto vermelho do Rei, não dando-o como vitorioso, mas recebendo a vitória dele.

Com muita dor senti relutas dentre seus guerreiros, guerreiros de ponta, seus melhores, e ouvi em rumores o julgamento do conhecimento da causa, da confiança, do tempo retirado para fazer algo que não sabiam o pq, senti-me triste, guardei minhas armas, encontrei minha esposa, a devoção da minha vida e a devoção para minha vida, viajei para minha colina; colina essa que conquistei por ter honrado seu nome; e segui os passos perdidos de meu Rei atônito, ainda sem acreditar que as guerras tinham acabado. Elas tinham acabado.

Meu Rei encontrou o seu caminho, meu Rei encontrou na verdade o caminho do seus guerreiros, e unindo o sóbrio mundo das guerras com o “canto da sereia” da vida dos seus guerreiros ataca a veia de todo o sentido do Grande Espírito.

Muitos não aprenderam algumas etapas, muitos de vocês não entendem o pq faz-se uma escada de aprendizado, não uma hierarquia, não depende apenas do tempo, depende da preparação, onde as coisas surgem para cada membro, guerreiro, voador, pistoleiro, anjo, projetista ou estrategista, ao seu tempo. Vocês meus caros, podem não ter notado, mas as explicações para cada coisa, com cada estigmatizado, que relaciona-se com você tem uma explicação da fonte do Grande Espírito, que talvez você vá saber depois de horas, dias ou anos, e isso é que o faz subir na escada, cada relação e cada função em aprendizado sobre o poder e a vontade de seguir-se reto quanto ao seu caráter Panteônico.

As diferenças sempre uniram e a esperança vai renascer em cada colina quando vocês entenderem, que abriu-se mão de um líder “não-líder” abriu mão disso e tornou-se um Líder, que vos explicará as finalidades, porém eu espero que as guerras, as batalhas e as vitórias, voltem a trazer unidade e confiança, individual de cada Panteônico e principalmente para o líder, para o Rei, que ele volte a apenas mostrar o caminho e você, mesmo sem saber execute, pra horas, dias, meses ou anos depois entender e saber que aquela atitude foi a correta, e por ela você venceu mais uma vez.

Saudade das vitórias meu Rei, saudade das batalhas, das guerras, e do vinho em torno do seu manto. Que seu Soldado mensageiro continue em seu exército por ter cumprido a primeira etapa do treinamento. Cuidei de mim, cuidei dos meus.

Meu projeto volta agora a tornar-se palpáveis, buscarei meus pergaminhos para a escrita, ainda faltam 2 anos para vencer o prazo e entregarei antes disso.

Todas as noites em que sentei-me nessa mesa para escrever para vocês guerreiros, e para sua Majestade meu Rei eu chorei, minha esposa foi prova disso, não fui eu nesse tempo todo, minha última tentativa foi a dois dias, custando-me mais uma vez da noite ao raiar do sol muitas lágrimas por ainda não ter voltado a ser um Soldado. Hoje Soldado, as palavras fluíram desta pena e estão soltas novamente em meu coração. Que meus escritos voltem a agradá-lo meu Rei, e enfim volte eu a ver a confiança nos meus, assim como sua majestade vê.

Soldado

Mais do que claro é o futuro.

fevereiro 26th, 2009
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Ainda a pouco eu conversava com o Walnor. O que nós erramos? Onde falhamos como lideres? Claro que isto era uma conversa de bar como todas as outras, mas diferente.

Quando estávamos na faculdade tínhamos desafios. Professores, Diretores, DCE, outros alunos sem contar a satisfação de nós estrangeiros em Cascavel desafiarmos os próprios locais, filhos dos poderosos e tudo mais. Tínhamos desafios constantes que tinham que ser superados e as vitórias eram diárias. Impossível resistir a força de um massa nerd. Hackers de todos os sistemas. Digo aqui social, cultural, tecnológico, estudantil e muitos outros. Todos nós éramos hackers, ajudantes ou parte de um plano contra o nosso plano. Queríamos destoar, fazer a frequência da nossa vida ser outra a mais intensa. Vendíamos isto, vendíamos a diferença e que o nosso objetivo era sim mudar a sociedade. Sem este papo de fazer a minha parte, íamos fazer a nossa parte e a parte do todo.

Nunca fomos ignorantes e sempre soubemos o quanto dinheiro era responsável por isto. Então é claro que as festas, passes, controle político e social faziam parte disto.

E mais uma vez fomos competentes. Conseguimos reunir os melhores e os melhores foram mais longe e conseguiram os melhores e assim foi durante muito tempo.

Criamos nossa própria entidade espiritual pra explicar que todos nós éramos agnósticos. Que acreditávamos, mas não que alguma religião poderia explicar. Expansivos também, afinal acreditávamos em tudo, lembro bem que o pessoal não brigava com o Silviao porque tinham medo de ele jogar alguma maldição neles.

E como nunca nós crescemos, nos infiltrarmos em na Unioeste, em cascavel e na região a ponto de eu um dia pensar que nada em nenhuma cidade de Cascavel a Foz do Iguaçu pudesse acontecer a um de nós.

Afinal o Panteon era isto, o grupo que ditaria o caminho da sociedade. Mudaríamos o nosso mundo para que nós fossemos o que queríamos ser, nenhuma moral ou costume seria mais forte que o desejo de um panteonico, afinal, o Nilo que me corrija; Sociedade é só um conjunto de costumes e o que define a moralidade social são estes próprios costumes criados por eles. Nossos seriam os próximos costumes.

Essenciais, porque de nós derivariam os costumes futuros de gerações e não seriamos nós os vencedores e sim os próximos. Quica o Remo pudesse contar aos seus netos de como foi que as coisas mudaram.

Mas como eu disse, eu conversava com o Walnor e para nós ficou claro que chegou o momento que nós ficamos sem o inimigo. E sem ele perdemos o sentido de existência e a razão da organização. Perdemos. Perdemos pra nossa própria falta do que fazer.

Tentamos falsamente ajudar o Nilton. Eu mesmo falhei com ele, acho que se tivesse feito tudo com 5% da mesma energia da época das guerras eu teria com certeza atingido meu objetivo. Desculpas Nilton.

É fato e obvio para mim que não importa o quanto você queria, guerreiros são guerreiros e eles foram feitos para a luta. O guerreiro quando para de lutar ou não tem mais guerra alguma se aposenta. Toca suas próprias coisas, esposa, filhos e etc.

Alguns de vocês meus amigos, são guerreiros sem uma guerra. Alguns generais sem guerreiros. Alguns pensadores sem objetivo. Líderes sem seguidores.

O mais engraçado dentro os diversos pontos de vista é que nós perdemos porque sempre vencemos e por nunca conhecer a derrota não percebemos quando nós mesmos nos entregamos.

Pra você eu gostaria de dizer que o Panteon sempre vai ficar marcado como uma boa época pra mim. O Panteon era o sinonimo de que nada era impossível, que os problemas dos meus amigos que pareciam enormes eram pequenos para mim e os meus problemas que eram imbativeis eram pequenos para outro alguém.

Eu sempre tentei explicar pro Chiba muita coisa, mas nunca consegui explicar sobre como o futuro esta ali nos esperando e como é fácil vê-lo.

E mais uma vez sem deixar claro o que isto quer dizer e esperando que esta mensagem fique martelando na cabeça de voces eu cito: Agora eu sei que apenas eu posso parar a chuva.

Que seja para a Morte!

setembro 23rd, 2008
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Ao controle de minha vivencia sofistiquei todo e qualquer ramo da eloqüência dos distintos,  nesse fator me identifiquei com o forma do PanteonNão podemos deixar que nos leve como se fossemos um nada, e que tudo que foi construído seja de fato morto, temos algo incomum somos uma família e não podemos ficar parados enquanto se temos grandes perdas nesta enorme e fraternal conjuntura. Que da morte a única coisa que tiremos seja e ressurreição. Podemos resgatar e continuar falhando e descobrir que somos seres normais e que a cada tombo estamos sempre unidos para levantar e manter uns aos outros não como tais amigos e sim como irmãos. Não mistifiquem suas escolhas faça pelo diferencial se for para morrer que não nos suicidemos e sim que seja pela espada figurada nas grandes batalhas, pois isso sim esta nos nossos ideais e em nossa forma física e mental. Não cubram suas faces ou feridas com o que é de tão pouco por fora, quantos de nós superamos muitas expectativas aqui dentro, superamos traumas, e lutamos por uma conquista incomum. Pense no que de fato nos mostrou e o que somos e no que vamos ser daqui para frente. Que seja pela conquista de crescimento e restauração do Jardim dos Deuses.

Apoio Incondicional – Nilton Fazolo

setembro 15th, 2008
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Pessoal,

É mais do que claro que todos nós apoiamos o candidato a vereador do Panteon em Itaipulândia, Paraná. O Sr. Nilton Fazolo 23456.

At.

Fabrício Magnoni

Lute por suas próprias batalhas

julho 31st, 2008
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Passei meus últimos meses em uma caverna escura, fugindo de meus inimigos e principalmente de meus medos. Quando consegui sair desta caverna, encontrei um antigo amigo, quase um irmão, uma pessoa que era muito forte, segura de sí, e sobretudo era daquelas pessoas que aparentavam nunca precisar de ajuda nem de ninguem, e que sempre estão dispostas a ajudar os outros.

Este reencontro foi no mínimo estranho. Apesar da nossa antiga proximidade, percebi que não éramos próximos, havia uma grande barreira entre nós. Apesar disso, havia uma grande rachadura nesta muralha, a qual só vim a perceber mais tarde, que proporcionou um encontro mais amável nos encontros conseguintes. Palestramos muito, ouvi muitas de suas histórias, e entendi muita coisa do que se passou com este meu amigo.

Devido as suas características de caráter, meu amigo ficou muito só e triste, pois morava em uma terra longínqua e lá além de sua família não teve muita felicidade, e não encontrou um amigo de verdade, apenas “amigos oportunistas”, os quais queriam seus vinhos e jantares.

A situação atual de vida social, além de toda a bagagem que ele carrega consigo e de todas as armaduras que ele teve que vestir (uma por cima da outra), para suportar uma guerra atrás da outra desde pequeno, o deixaram duro, com uma falsa sensação de impenetrabilidade e invencibilidade. Há muito tempo, este amigo esqueceu suas batalhas, e quis batalhar pelos outros, por que era passível de perdão falhar nas batalhas dos outros, do que falhar em suas próprias batalhas. Pois o pior crítico, e julgador impiedoso é o que está dentro da gente.

Este amigo, hoje passa por grandes dificuldades em sua vida. Sua família o está abandonando, pois suas atitudes o tornaram uma pessoa difícil de conviver, apesar de nunca ter deixado a família abondonada sem cama, comida, etc, faltou o principal, amor e dedicação. Em suas palestras, pude perceber que as armaduras que ele tinha não o deixavam forte, mesmo tendo várias camadas delas, a de cima apenas escondia os ferimentos da armadura abaixo, e suas feridas de guerra nunca foram tratadas, ou seja, as armaduras só o machucam mais, o tornando mais fraco e vulnerável.

O que aprendi com este meu amigo, foi duas coisas principais:

  • “Não lute as batalhas dos outros, mas invista todo seu esforço na sua, porque ninguem vai lutá-la por você com o esforço necessário.”
  • Armaduras não te deixam mais forte, apenas te protegem momentaneamente.

Depois de tanta palestra, e depois de ele ter se ouvido, e percebido coisas que antes não tinha para quem falar, e com isso não conseguia se ouvir, ele tirou suas armaduras e começou a tratar suas feridas e tentou mostrar sua verdadeira face para a família, agora sem as armaduras.

Contudo, isso não durou muito, e logo veio um inimigo de encontro a ele, e o que ele simplesmente fez, foi vestir novamente todas as antigas camadas de armadura, para ter novamente a falsa sensação de segurança e inabalabilidade, e isso abriu novamente cada ferida que ele possuia, deixando-o fraco e debilitado como antes.

Sinto-me mal quando fico impotente diante de uma coisa, que independente de qualquer força ou recurso que eu tenha, não consigo resolver. Infelizmente esta batalha é dele e é ele quem a deve travar.

Acho que voltarei para a minha caverna, e meditarei por mais alguns meses, como o velho sábio Zaratustra fez quando se cansou da ignorância do povo que o seguia.

Escolha o silëncio abrupto ou o caos irrefutavel, mas escolha, não seja mediocre.

julho 24th, 2008
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Aniversário de 100 anos do Panteon

julho 17th, 2008
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O ser humano evoluiu muito desde sempre e com as evoluções dele o conceito de sociedade e a participação dele nelas.

Vivemos hoje num mundo sendo revolucionado por comunidades virtuais muito maiores que varios paises de pessoas de afinco. Orkut, Facebook, MySpace e outro que ainda estão por vir apostam em que basta o meio que as pessoas sao suficientes para se relacionarem.

Saibam que muito antes disso, nosso prodígio Galapas preconizou o caos que seriam estes tipos de comunidade e ele nao tinha nem 15 anos. Vale lembra que eu projetei uma prancha que voava e desenhei com o Silvio o que seriam as primeiras redes wireless. Ainda temos os projetos de cada um e tantos outros que eu nunca ouvi, por medo ou qualquer coisa assim e finalizando temos os descrentes, afinal, todos sabemos que temos genios com grandes teorias aqui e quem da credito a eles? Todo mundo bate palma e no final se o pequeno jovem consegue fazer algo ele escuta aquele famoso e imperdiviel “Eu ja sabia”,

Não precisa pensar muito, eu planejo a campanha do Nilton desde o primeiro dia e fui o primeiro ou ultimo a dizer que não tinha dinheiro pra campanha dele. Tudo bem, eu esperava as coisas pra daqui 4 anos, tudo bem eu sei que to devendo o cu do bico, tudo bem ele consegue sem a minha ajuda. Tudo mentira.

Arranjar desculpas é sempre mais facil, sentar no seu monte de problemas e olhar para o umbigo é ainda mais facil, mas todos aqui vivem uma comunidade. Não me sinto nem melhor nem pior hoje, mas me sinto errado e não sei se algum dia vocês compartilharam este sentimento, mas eu tenho certeza que muitos deveriam. Nós conseguimos tranformar um grito de liberdade em algo sem sentido algum sobrando as poucas iniciativas de alocação no mercado de trabalho. Paramos com o site, paramos com o serviço, paramos de procurar novas pessoas, paramos com nossos pequenos projetos entáo o que dizer dos grandes e a soma dos nossos erros e incapacidades tranformou o Panteon numa catastrofe.

Faz um ano que escrevi sobre o grupo, falando do futuro e como seriam as coisas em 10 anos. Lamento dizer que aquele texto cheio de amor e pressa estava errado e que as propabilidades de ele se concretizar é um susto no espaço, zero, niet, nada.

O ser humano também evoluiu e a tecnologia tambem teria certeza em dizer que o nome Panteon estaria na minha lapide, mas eu quero ser cremado, então o Panteon, não vai chegar a fazer 20 anos e se fizer nao vai ter sentido, afinal vai ser um bando de caras de tecnologia comemorando aquilo que “Eu ja sabia”, comemorando que são o maximo.

Eu errei, eu sinto falta da gurizada nova, eu sou teimoso, eu falhei como filho do ponto de vista do meu pai, eu falhei como membro da sociedade do ponto de vista dela, eu falhei com o plano mais complexo, eu não compartilho o que penso apenas o ideal, eu falho em me comunicar com quem eu gosto pois fico afetado pelo meu sentimento, eu falho em me comunicar porque pra mim fazer é mais do que falar, eu robo no counter-strike, eu minto, eu manipulo e exploro, eu vou morrer e o que é mais fato de tudo amei este grupo a ponto de achar que o mundo não seria capaz de me vencer pois quando eu olhasse pro lado voces todos estariam lá.

Ainda sou o Podre, mas eu parei de acreditar na minha família.

As coisas que não tinham sentido…

junho 26th, 2008
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Eu era teimoso em acreditar que algum dia eu veria sentido nesta musica, mas fazer o que.

Quero Voltar Pra Bahia – Paulo Diniz

Composição: Paulo Diniz/Odibar

I don’t want to stay here
I wanna to go back to Bahia

Eu tenho andado tão só
Quem me olha nem me vê
Silêncio em meu violão
Nem eu mesmo sei porque.
De repente ficou frio
Eu não vim aqui para ser feliz
Cadê o meu sol dourado?
Cadê as coisas do meu país?

I don’t want to stay here
I wanna to go back to Bahia.

Eu tenho andado tão só
Quem me olha nem me vê
Silêncio em meu violão
Nem eu mesmo sei porque.
Via Intelsat eu mando
Notícias minhas para “O Pasquim”
Beijos pra minha amada
Que tem saudades e pensa em mim

I don’t want to stay here
I wanna to go back to Bahia.

http://www.youtube.com/watch?v=A76NYqvSGn4

Hoje faz todo o sentido do mundo.

Fabrício Magnoni

Disfarces

junho 15th, 2008
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Noutro dia, fui à taverna rever os amigos e entreter-me um pouco. Mas como? – Vocês podem pensar. – Como uma princesa visita a taverna?Este é um lugar para guerreiros, príncipes, poetas e simples camponeses, não para a filha de um rei.

Sim, de fato, vocês têm razão. Contudo, como já lhes adiantei em conversas anteriores, se, por um lado, sou presa ao cargo real ao qual fui designada ao nascer; por outro, conquistei a liberdade através de minhas escolhas e meus disfarces. Aqui, quando saio escondida, não sou mais a princesa e sim, uma simples plebéia e, como tal, posso freqüentar o ambiente que bem entender.

É claro que não me arrisco a ir onde possa ser reconhecida. Tampouco mostro minha face ou converso com quem queira; como já disse, visito os amigos, e vou disfarçada. Mudo minhas vestes reais para simples tecidos de algodão cru, cobertos com uma capa escura. Esta protege também meu rosto.Procuro não chamar atenção. Entro quieta, e observo a tudo, e a todos.

Esta aventura também me serve de escola algumas vezes. Agindo como uma pessoa comum, obtenho aprendizados que não conseguiria como princesa. Olho atenta às pessoas; vejo como se portam, como vivem, e posso até descobrir seus anseios e angústias.

Acabei percebendo que não sou a única disfarçada ali. Não, não falo da troca de identidade da realeza…Falo do disfarce da face, das atitudes, até mesmo das palavras.

Quantas vezes enxerguei o sofrimento por trás de um sorriso, o amor, por trás das palavras de desdém, a insegurança, em atitudes agressivas? O interessante, e contrastante nisso tudo, é que não se consegue disfarçar o olhar. E como os olhos conseguem gritar em silêncio!

Palavras são ditas, atitudes tomadas, sorrisos, tudo, tudo isso se pode forçar. Menos o olhar…Até mesmo aos atores é árdua a tarefa de o controlar.

Mas penso, sinceramente, no quão simples a vida seria se não usássemos tantos disfarces. Se todos pudéssemos demonstrar em palavras, atitudes e sorrisos ou lágrimas, o que sentimos e como somos. Haveria mais discussão? Talvez. Porém, penso que haveria mais confiança no semelhante também. Jamais entraríamos numa relação sem saber qual a real intenção do outro, por exemplo. E quantas guerras seriam evitadas…Quantos reinos ainda estariam de pé?

Sei que sou utópica demais. Sei também que não há reino perfeito. E que fomos criados na imperfeição. No entanto, a cada aprendizado trabalho para conseguir ensinar a alguém a ser mais livre, ais consciente de suas qualidades e falhas, mais maduro.

Porque reino encantado não existe, mas sempre podemos ser pessoas melhores…