O desperto do Rei faz-me soldado, e a esperança de guerra torna-me a celar e viajar. O mundo lúdico sempre auxiliou o reino, seja por meio das rotineiras alusões de dragões mortos, seja pelas alusões fantasiosas e não reais, ou pelas reais divulgadas pelos pergaminhos por todo o reino, e disso fiz parte.
Faço parte, todos fazem, com certeza sei o que o meu Rei esperava, estava ali, nas escrituras que ainda não foram escritas, estão ali, no rascunho das escrituras, a lendária motivação e toda sua integração com o mundo, desde o despertar para outro *****, até a função linear de tempo anacrônico, baseado em suma na confiança, fortalecido na família e estruturado pela liderança de um “não líder” saber que todos são peças, pequenas, médias e grandes, de forças inigualáveis para um exército devastador, que faria produziria em batalha apenas pelo piscar de olhos do Rei, indo à frente de batalha com uma espingarda na mão, enquanto o seu mentor estaria acalmando seu espírito antes da batalha, seus bobos da corte alegrando seus guerreiros, seus guerreiros; obstinados guerreiros; treinando seus alvos, seu estrategista completando o plano, seus atiradores de elite posicionando-se, seus pistoleiros armandoo-se, seus anjos anunciando, seus atiradores de canhão guardando sua retaguarda, seus diligentes e govenadores… Enfim todos exercendo suas funções, não por obrigação, mas por saberem que isto completaria o exército e os levariam à vitória. Amigos no fim da batalha em que todos celebrariam com vinho em volta do manto vermelho do Rei, não dando-o como vitorioso, mas recebendo a vitória dele.
Com muita dor senti relutas dentre seus guerreiros, guerreiros de ponta, seus melhores, e ouvi em rumores o julgamento do conhecimento da causa, da confiança, do tempo retirado para fazer algo que não sabiam o pq, senti-me triste, guardei minhas armas, encontrei minha esposa, a devoção da minha vida e a devoção para minha vida, viajei para minha colina; colina essa que conquistei por ter honrado seu nome; e segui os passos perdidos de meu Rei atônito, ainda sem acreditar que as guerras tinham acabado. Elas tinham acabado.
Meu Rei encontrou o seu caminho, meu Rei encontrou na verdade o caminho do seus guerreiros, e unindo o sóbrio mundo das guerras com o “canto da sereia” da vida dos seus guerreiros ataca a veia de todo o sentido do Grande Espírito.
Muitos não aprenderam algumas etapas, muitos de vocês não entendem o pq faz-se uma escada de aprendizado, não uma hierarquia, não depende apenas do tempo, depende da preparação, onde as coisas surgem para cada membro, guerreiro, voador, pistoleiro, anjo, projetista ou estrategista, ao seu tempo. Vocês meus caros, podem não ter notado, mas as explicações para cada coisa, com cada estigmatizado, que relaciona-se com você tem uma explicação da fonte do Grande Espírito, que talvez você vá saber depois de horas, dias ou anos, e isso é que o faz subir na escada, cada relação e cada função em aprendizado sobre o poder e a vontade de seguir-se reto quanto ao seu caráter Panteônico.
As diferenças sempre uniram e a esperança vai renascer em cada colina quando vocês entenderem, que abriu-se mão de um líder “não-líder” abriu mão disso e tornou-se um Líder, que vos explicará as finalidades, porém eu espero que as guerras, as batalhas e as vitórias, voltem a trazer unidade e confiança, individual de cada Panteônico e principalmente para o líder, para o Rei, que ele volte a apenas mostrar o caminho e você, mesmo sem saber execute, pra horas, dias, meses ou anos depois entender e saber que aquela atitude foi a correta, e por ela você venceu mais uma vez.
Saudade das vitórias meu Rei, saudade das batalhas, das guerras, e do vinho em torno do seu manto. Que seu Soldado mensageiro continue em seu exército por ter cumprido a primeira etapa do treinamento. Cuidei de mim, cuidei dos meus.
Meu projeto volta agora a tornar-se palpáveis, buscarei meus pergaminhos para a escrita, ainda faltam 2 anos para vencer o prazo e entregarei antes disso.
Todas as noites em que sentei-me nessa mesa para escrever para vocês guerreiros, e para sua Majestade meu Rei eu chorei, minha esposa foi prova disso, não fui eu nesse tempo todo, minha última tentativa foi a dois dias, custando-me mais uma vez da noite ao raiar do sol muitas lágrimas por ainda não ter voltado a ser um Soldado. Hoje Soldado, as palavras fluíram desta pena e estão soltas novamente em meu coração. Que meus escritos voltem a agradá-lo meu Rei, e enfim volte eu a ver a confiança nos meus, assim como sua majestade vê.
Soldado