Archive for the 'Eternos e efêmeros' Category

Mais do que claro é o futuro.

quinta-feira, fevereiro 26th, 2009

Ainda a pouco eu conversava com o Walnor. O que nós erramos? Onde falhamos como lideres? Claro que isto era uma conversa de bar como todas as outras, mas diferente.

Quando estávamos na faculdade tínhamos desafios. Professores, Diretores, DCE, outros alunos sem contar a satisfação de nós estrangeiros em Cascavel desafiarmos os próprios locais, filhos dos poderosos e tudo mais. Tínhamos desafios constantes que tinham que ser superados e as vitórias eram diárias. Impossível resistir a força de um massa nerd. Hackers de todos os sistemas. Digo aqui social, cultural, tecnológico, estudantil e muitos outros. Todos nós éramos hackers, ajudantes ou parte de um plano contra o nosso plano. Queríamos destoar, fazer a frequência da nossa vida ser outra a mais intensa. Vendíamos isto, vendíamos a diferença e que o nosso objetivo era sim mudar a sociedade. Sem este papo de fazer a minha parte, íamos fazer a nossa parte e a parte do todo.

Nunca fomos ignorantes e sempre soubemos o quanto dinheiro era responsável por isto. Então é claro que as festas, passes, controle político e social faziam parte disto.

E mais uma vez fomos competentes. Conseguimos reunir os melhores e os melhores foram mais longe e conseguiram os melhores e assim foi durante muito tempo.

Criamos nossa própria entidade espiritual pra explicar que todos nós éramos agnósticos. Que acreditávamos, mas não que alguma religião poderia explicar. Expansivos também, afinal acreditávamos em tudo, lembro bem que o pessoal não brigava com o Silviao porque tinham medo de ele jogar alguma maldição neles.

E como nunca nós crescemos, nos infiltrarmos em na Unioeste, em cascavel e na região a ponto de eu um dia pensar que nada em nenhuma cidade de Cascavel a Foz do Iguaçu pudesse acontecer a um de nós.

Afinal o Panteon era isto, o grupo que ditaria o caminho da sociedade. Mudaríamos o nosso mundo para que nós fossemos o que queríamos ser, nenhuma moral ou costume seria mais forte que o desejo de um panteonico, afinal, o Nilo que me corrija; Sociedade é só um conjunto de costumes e o que define a moralidade social são estes próprios costumes criados por eles. Nossos seriam os próximos costumes.

Essenciais, porque de nós derivariam os costumes futuros de gerações e não seriamos nós os vencedores e sim os próximos. Quica o Remo pudesse contar aos seus netos de como foi que as coisas mudaram.

Mas como eu disse, eu conversava com o Walnor e para nós ficou claro que chegou o momento que nós ficamos sem o inimigo. E sem ele perdemos o sentido de existência e a razão da organização. Perdemos. Perdemos pra nossa própria falta do que fazer.

Tentamos falsamente ajudar o Nilton. Eu mesmo falhei com ele, acho que se tivesse feito tudo com 5% da mesma energia da época das guerras eu teria com certeza atingido meu objetivo. Desculpas Nilton.

É fato e obvio para mim que não importa o quanto você queria, guerreiros são guerreiros e eles foram feitos para a luta. O guerreiro quando para de lutar ou não tem mais guerra alguma se aposenta. Toca suas próprias coisas, esposa, filhos e etc.

Alguns de vocês meus amigos, são guerreiros sem uma guerra. Alguns generais sem guerreiros. Alguns pensadores sem objetivo. Líderes sem seguidores.

O mais engraçado dentro os diversos pontos de vista é que nós perdemos porque sempre vencemos e por nunca conhecer a derrota não percebemos quando nós mesmos nos entregamos.

Pra você eu gostaria de dizer que o Panteon sempre vai ficar marcado como uma boa época pra mim. O Panteon era o sinonimo de que nada era impossível, que os problemas dos meus amigos que pareciam enormes eram pequenos para mim e os meus problemas que eram imbativeis eram pequenos para outro alguém.

Eu sempre tentei explicar pro Chiba muita coisa, mas nunca consegui explicar sobre como o futuro esta ali nos esperando e como é fácil vê-lo.

E mais uma vez sem deixar claro o que isto quer dizer e esperando que esta mensagem fique martelando na cabeça de voces eu cito: Agora eu sei que apenas eu posso parar a chuva.

Que seja para a Morte!

terça-feira, setembro 23rd, 2008

Ao controle de minha vivencia sofistiquei todo e qualquer ramo da eloqüência dos distintos,  nesse fator me identifiquei com o forma do PanteonNão podemos deixar que nos leve como se fossemos um nada, e que tudo que foi construído seja de fato morto, temos algo incomum somos uma família e não podemos ficar parados enquanto se temos grandes perdas nesta enorme e fraternal conjuntura. Que da morte a única coisa que tiremos seja e ressurreição. Podemos resgatar e continuar falhando e descobrir que somos seres normais e que a cada tombo estamos sempre unidos para levantar e manter uns aos outros não como tais amigos e sim como irmãos. Não mistifiquem suas escolhas faça pelo diferencial se for para morrer que não nos suicidemos e sim que seja pela espada figurada nas grandes batalhas, pois isso sim esta nos nossos ideais e em nossa forma física e mental. Não cubram suas faces ou feridas com o que é de tão pouco por fora, quantos de nós superamos muitas expectativas aqui dentro, superamos traumas, e lutamos por uma conquista incomum. Pense no que de fato nos mostrou e o que somos e no que vamos ser daqui para frente. Que seja pela conquista de crescimento e restauração do Jardim dos Deuses.

Apoio Incondicional – Nilton Fazolo

segunda-feira, setembro 15th, 2008

Pessoal,

É mais do que claro que todos nós apoiamos o candidato a vereador do Panteon em Itaipulândia, Paraná. O Sr. Nilton Fazolo 23456.

At.

Fabrício Magnoni

As coisas que não tinham sentido…

quinta-feira, junho 26th, 2008

Eu era teimoso em acreditar que algum dia eu veria sentido nesta musica, mas fazer o que.

Quero Voltar Pra Bahia – Paulo Diniz

Composição: Paulo Diniz/Odibar

I don’t want to stay here
I wanna to go back to Bahia

Eu tenho andado tão só
Quem me olha nem me vê
Silêncio em meu violão
Nem eu mesmo sei porque.
De repente ficou frio
Eu não vim aqui para ser feliz
Cadê o meu sol dourado?
Cadê as coisas do meu país?

I don’t want to stay here
I wanna to go back to Bahia.

Eu tenho andado tão só
Quem me olha nem me vê
Silêncio em meu violão
Nem eu mesmo sei porque.
Via Intelsat eu mando
Notícias minhas para “O Pasquim”
Beijos pra minha amada
Que tem saudades e pensa em mim

I don’t want to stay here
I wanna to go back to Bahia.

http://www.youtube.com/watch?v=A76NYqvSGn4

Hoje faz todo o sentido do mundo.

Fabrício Magnoni

Desabafo.

sexta-feira, maio 16th, 2008

Alguns dias parecem ter mais de 24 horas. São aqueles em que por mais que não se queira pensar em determinado acontecimento, ele não lhe sai da cabeça. E ainda traz consigo outros tantos que me remetem a refletir sobre os meus 27 anos de vida. Enquanto vida de bebê não tinha do que reclamar, eu nem me lembro mesmo daquela fase. Quando criança tinham as brincadeiras e um mundo a descobrir, quando podia me ver como uma super-heroina do desenho animado munida de poderes para combater o mau e voar, eu era a Sheeha e tinha o gato guerreiro (não me lembro exatamente se a Sheera voava más era assim que me sentia). A adolescência já começou a complicar minha vida. Lidar com problemas familiares e começar a pensar em o que ser num futuro não muito distante me apavorou e eu me deprimi. Foi um período de luto pela morte da minha infância, o único período em que realmente fui feliz. A juventude trouxe consigo a “adultice”, ser jovem e ser adulto chegou tudo na mesma época. A vontade de ter um trabalho pra fugir da barra da saia dos pais, conquistar liberdade, procurar independência, tudo utopia. Com o trabalho veio a responsabilidade e os “grandes caciques/chefes” se tornaram tão ardilosos e odiados quanto os membros da família. Começaram as decepções… Ao atingir a maioridade e  garantir a tão sonhada carteira de motorista era como se a sheeha agora tivesse um sheera-móvel, que a levasse para os lugares sem se cansar, más uma guerreira só não se manteve. Foi nessa época que a internet surgiu pra mim, mesmo com o sheeha-móvel na garagem e o bolso vazio, dava pra confabular coisas com os outros pelo fio do telefone. E foi numa noite dessas de bolso vazio madrugada adentro que eu conheci um grupo que se chamava PANTEON. Criação:::diversão e destruição. Era a liga que eu precisava, e eles também precisariam dos meus super-poderes. Foi com os membros deste grupo que eu aprendi mais sobre amizade, companheirismo, diversão. Sinto orgulho em ter no meu pequeno rol de amigos um cara inteligente como Fafá, que apesar da distancia e da pouca convivência me conhece melhor que meu pai, minha mãe e meu irmão juntos. Um cara com sensibilidade suficiente pra sentir na minha voz ou num simples email se eu estou bem ou não. E hoje, aos 27 anos, de novo só estou. Diferente de muitos eu ainda não me casei, nem tive filhos, e nem mesmo me formei, até me decepcionei com a escolha que fiz pela profissão, más ainda assim não me arrependo. Me arrependeria caso não tivesse tentado. Más fica a frustração de ter feito a escolha errada, de pensar: – porque não optei por outro caminho? Muitos dizem que ainda há tempo,  más o tempo que passou não volta, se perdeu,  e fico aqui imaginando por que isso agora tem tanta importância? Será uma crise de meia idade antes mesmo de chegar aos 30? Será paranóia de soldado que depois de tanto ter lutado na guerra e sobrevivido, volta para casa e não tem mais os seus para contar sobre as batalhas? O que me falta? Nesse momento um bom gole de vinho me faria tirar o nó da garganta que insiste em ali ficar e fazer meus olhos arderem enquanto derramam lágrimas de tristeza e solidão.

Grazi Ducati

(…) O que fazer para ser compreendido? Como chegar à utópica idéia de que seremos realmente quem desejamos ser, não importando o meio no qual estamos inseridos? De que forma fazer o outro enxergar o que ele não consegue ver? De que forma conseguiremos ser enxergados como merecemos? (…) – Trecho de um texto intitulado como Escolhas e postado por Princesa, na pagina do panteon.com.br. Lì este e tantos outros e me deu vontade de escrever também!!!

Além do que somamos

quinta-feira, janeiro 3rd, 2008

Ninguém consegue nada sozinho. Sabemos que viver socialmente é uma necessidade inerente dos seres humanos. Chega a ser até uma contradição, pois vivemos numa sociedade baseada nas realizações individuais e o indivíduo com necessidades sociais. No entanto, em nosso grupo percebemos algo diferenciado. Nossa organização estabelece seus planos dentro de incentivos coletivos, onde procuramos retribuir a ajuda recebia não diretamente a quem concedeu a ajuda, pois este normalmente se encontra em situação mais privilegiada que o primeiro, mas sim para um ou mais indivíduos do grupo que possam necessitar de algo para se desenvolver.

Trabalhar em equipe não é nada fácil nem simples, pois somos competitivos e estamos acostumados a trabalhar individualmente. Sempre existem aquelas pessoas que são mais integradas e aquelas mais inibidas que, mesmo tendo papel individual com qualidades intrínsecas indispensáveis, se relacionam apenas com parte do grupo. Aí entra o papel do líder, fazer com que todos se sintam em casa e amados por todos ao mesmo tempo. Desta forma, o sucesso do Panteon é influenciado pelo desempenho dos diversos grupos internos que interagem entre si nas mais variadas cidades, formando um corpo com vários braços executando diferentes movimentos e tarefas ao mesmo tempo.

Não chegaríamos a lugar algum sem a ajuda mútua, sem orientações e ou informações que cada um possui. Honra, justiça e determinação, fazem parte do nosso lema porque respeitamos a vontade um do outro e aproveitamos a criatividade, a potencialidade e a interação de cada um para fazer as coisas do nosso jeito. Somos independentes, comprometidos com os objetivos em comum e somos reconhecidos pelo nosso alto desempenho onde atuamos.

Procuramos utilizar as diversas habilidades de cada panteônico da melhor forma possível apesar da visão diferenciada de cada um, pois só assim poderemos produzir mais frutos para dividi-los com quem mais precisa. Para nos tornarmos mais eficazes, utilizamos uma comunicação adequada. Quem faz parte do grupo@panteon.com.br recebe informações e interage mais facilmente com os demais integrantes e colhe os melhores benefícios proporcionados pelo grupo.

Quem faz parte do Panteon precisa saber realmente o significado da palavra irmandade, pois a vontade e o objetivo de cada irmão é tratado com tal importância como se fosse a vontade de todo o grupo. Dessa forma, estamos seguros que nossas intenções e habilidades para conseguirmos nossos propósitos, serão aproveitadas ao máximo no seu desenvolvimento, mas para isso, é preciso maturidade e treinamentos. Cada membro deve perceber que como integrante do grupo, tem algo a contribuir, assim como as demais pessoas que aspiram a irmandade também deverão colaborar.

O sucesso do Panteon sempre esteve relacionada às atitudes e as habilidades que cada um desempenha na tarefa ao qual foi designado. Atingir os objetivos traçados pelo grupo requer trabalho individual, mas principalmente coletivo, onde revelamos a verdadeira intenção de liderar e sermos os melhores onde quer que estejamos.

Nós somos máquinas de transformar o meio em um novo início do fim que desejamos.

High
[Nilton Fazolo]

Mensagem de fim de ano

sábado, dezembro 29th, 2007

É Don´s mais um ano passou e estamos agora oficialmente a caminho do décimo aniversário Panteonico. Este ano foi melhor que os outros, mas tem um motivo claro. Este foi o ano do início da colheita.

São tantos projetos, tantas pessoas, tantos destinos e nós habilmente conseguimos aqui concentrar as forças por um futuro mais adequado, afinal dizer que o futuro será melhor é hipocrisia, mas mais adequado aos nossos padrões não é maldade nenhuma.

Falta tão pouco para alguns de nós possam realizar seus sonhos ou o começo, afinal, o começo do sonho é muito mais legal que o desenrolar dele e o final todo mundo sabe como é.

É uma honra ser o líder de homens e mulheres tão honrados e cuidar para que os destinos não sejam linhas sem fim e sim uma colcha tecida com o destino de todos formando apenas um, forte o suficiente para conseguir mudar muito mais destinos.

Aos que não entendem esta mensagem, saibam que estão no grupo errado e que realmente a escolha do Panteon por vocês e vice versa foi um erro. Não é vergonha estar errado, vergonha é errar duas vezes sobre a mesma coisa.

Assim mesmo, desejo a todos os Panteonicos o que 2008 possa ser, único em cada segundo, vívido em cada sentimento e glorioso em cada vitória e que quando isto não acontecer ainda assim lembre-se que não importa se batalha ou guerra perdida, você pertence a casa do Panteon e aqui todos somos deuses e nada é melhor do que isto.

Os demais, que tenham um feliz ano novo, muita saúde e uma vida longa.

Podre
[Fabrício Magnoni]

Redenção

quinta-feira, dezembro 6th, 2007

Passamos tantos anos sofridos juntos. Para quem não sabe ou mesmo não leu aqui, existimos desde sempre, mas em 1998 o Panteon teve a sua formação.

A vida cuidou dos detalhes para nós, somos todos diferentes, artistas, poetas, políticos, líderes, gênios, belezas, matemáticos e tantos outros dons a nós foram dados, mas o melhor dom de todos era que mesmo espalhados foi dado a nós o direito de reconhecer no próximo à identidade do Panteon.

Assim tudo começou. Crescemos, nos estabelecemos, diminuímos, mudamos, sofremos e fizemos do nosso lugar de aprendizado a nossa igreja.

Foram tantas as histórias e tudo mais, mas tudo sempre ligado  as nossas personalidades. Não sei como dizer que em tudo que fiz um pouco de cada um de vocês estava-la. Fosse cantar no palco a resolver um problema financeiro inimaginável tudo que eu sempre tive foram vocês.

Sempre pensei, “O que ele faria numa situação destas?”. Claro que tenho caráter e tudo àquilo que determina uma personalidade, mas é obvio que o meu don sempre foi herdar de cada um de vocês o melhor e a minha sina é que sempre junto com o melhor vem o pior.

Cheguei ao ponto de me achar numa batalha sozinho, onde eu já tinha mais suporte nem guerreiros ao meu lado e isto foi triste e no único momento que eu falei algo sobre isto eu fui mal interpretado. Mas já pedi desculpas.

Talvez isto seja a coisa mais rara em mim, pedir desculpas. O Silvio vai pensar que não, que estou aqui me fazendo de vitima, mas o fato é que há pouco tempo atrás eu comecei a ver uma luz de esperança.

A minha armadura de cavaleiro solitário que me vestiu por tanto tempo já não pesa tanto e também esta bem mais brilhosa.

Foi como se todos estes anos de esforço profissional, relacionamentos muitas vezes sem sentido, viagens pelo Brasil, morar longe das minhas famílias e tudo com muito sofrimento tivessem valendo a pena.

Hoje ao ver o que estamos formando eu posso sim dizer, sem aquela frase clássica do “estou sempre bem”, que estou bem, mais feliz do que nunca.

Este ano é o melhor ano do Panteon, melhor do que todos os outros anos, pois este ano paramos todos de lutar nossas guerras e agora lutamos uma só, como um todo.

Hoje vivemos os ecos das escolhas difíceis que fizemos no passado e não mais as opções incertas que as decisões de outros influenciavam.

Domamos a vida, temos as rédeas do futuro. Estavamos certos. É a hora da redenção.

Só neste ano tivemos o seguinte:

- Carta de dom Pedro
- Novos serviços no site.
- Ganhamos a gincana em Itaipulândia. Parecia impossível.
- Silvio é analista de CRM na GVT.
- Cris é analista de CRM na GVT.
- Bassani quebra a perna mas ainda esta funcionando.
- Nilton se formam na Escola de Guerra e agora esta junto com o Walnor.
- Wesley é analista de CRM na CTBC e o primeiro a contribuir com o fundo do Panteon
- Mudamos o nosso logo e agora somos uma família. Temos um brasão.
- Chiba mudou pra Foz.
- Temos Panteon em Itaipulândia.
- Podre mudou pra Campinas.
- A Fran terminou a facul.
- Diego é analista na BrT.
- Temos uma base 100% legal do Panteon no E.U.A.
- Giovani é analista na stefanini. E acreditem ele encontrou a redenção. Eu tenho muito orgulho dele.
- Jujo é analista na DBA e mudou-se pra Campinas
- Temos o Panteon em Campinas.
- Dani se mudou de emprego pra Foz mas ainda mora na terra santa.
- Zeus esta fazendo mestrado em Sampa. na USP. Coisa de nego foda mesmo.
- Corinthians foi pra segunda divisão que é o lugar dele.
- E como to ficando velho outras coisas que eu ja não sei se foram este ano ou ano passado
- Hass é analista na GVT.
- Pépe é analista na Wises em Curitiba.
- Segatto se mudou pra Inglaterra.
- Me perdoem se esqueci algo.

Podre.

Responsabilidade

terça-feira, setembro 18th, 2007

De tudo que passamos para chegar a ser o que somos é o que fica daqui pra frente. Mesmo que não tivéssemos sido campeões, hoje eu já seria uma pessoa infinitamente feliz, porque posso sentir o quanto cada um de vocês honrou o Panteon.

Os dias de preparação que antecederam o evento foram de muita expectativa quanto a quem seria chamado para fazer parte da equipe. Hoje eu conheço vocês e sei que posso confiar que não me decepcionarão.

Gostaria de dedicar esta conquista a todos os guerreiros que lutaram pela causa. Tenho muito a agradecer a todos vocês, em especial aos coordenadores (André, Kátia, Dílson, Dentinho, Ingrid, Marcio, Ceconello, Ferpa, Edna, Fofa, as meninas, NG’s e a todos que chamaram a responsabilidade para si e fizeram o melhor. Quem participou “apenas” da torcida até aquele que entrou em campo, é responsável pela nossa vitória. Nada disto seria possível se não fosse por vocês.

Ainda somos meros aprendizes no Emuji, mas mostramos a que viemos. Éramos os jovens desconhecidos e dispersos, hoje somos uma equipe forte e unida de campeões. Mostramos que o impossível só é possível para quem duvida e prova o contrario. Daqui em diante temos a responsabilidade de manter a vontade de seguir lutando para continuarmos vencedores.

Eu aprendi muitas lições, se eu errei me perdoe. Nós geralmente descobrimos o que fazer percebendo aquilo que não deveríamos ter feito, mas aquele que nunca cometeu um erro também nunca fez uma descoberta. Se não fiz mais pelo grupo não foi porque eu não quis, mas porque eu não pude.

Panteônicos, um forte abraço.

Fazolo

Fotos da comemoração

 

Honra, Justiça e Determinação!

quinta-feira, setembro 13th, 2007

A base do sucesso do Panteon está muito relacionada a estas três palavras. A Honra para alguns é relacionada com o respeito e dedicação ao outro, tem a ver com dignidade e integridade. Justiça tem a ver com igualdade e honestidade. Determinação é acreditar no êxito.

São tantas palavras diferentes e ainda assim pra cada um conseguem ter diferentes significados e interpretações. Cada pessoa é um mundo desconhecido para resto do mundo. Somos o que somos porque escolhemos caminhos que nos transformaram no que somos. Podemos dar valor e ter interpretações diferentes de uma mesma coisa porque somos condicionados a interpretá-los de modo diferente. A experiência de cada um é única. Valorizar as diferenças é perceber que todas as pessoas vêem o mundo não como ele é, mas como elas são.

Somos diferentes porque somos panteônicos e podemos fazer o que deve ser feito, basta acreditarmos no êxito. Eu acredito firmemente na vitória, farei o que for necessário para sermos bem-sucedidos. Tudo o que precisamos é vencer a inveja com méritos e qualidades. Honra, Justiça e Determinação!

“Todos os homens têm medo, mas o bravo repele seu medo e avança, por vezes rumo a morte, mas sempre rumo a vitória.”

Fazolo