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Eu não posso dizer adeus…

quinta-feira, fevereiro 11th, 2010

É isto, eu não posso dizer adeus.

Eu posso até ir embora, dizer para todos que não existe, desligar o dominio e com o tempo nada seremos que uma vaga lembrança, nada mais do que ja somos para alguns de vocês, mas eu, eu não posso dizer adeus.

Minha vida foi direcionada a um momento e este foi o momento que eu conheci voces, compartilhei meus problemas e o que eu podia fazer e voces fizeram o mesmo, por compartilhar, nos tornamos melhores, por poder ajudar, ainda melhores, por não termos mais problemas, precisos.

É claro como um cristal que somos e detemos o poder, mas ja não somos uma comunidade, nem acho que devemos voltar a ser, nosso tempo ja foi, mas seria uma vergonha não ensinar o proximo. Pra mim, não existe vergonha maior do que negar o conhecimento e eu não posso dizer adeus.

A vida precisa do panteon, outros precisam de nós, precisam entender e acreditar nas mesmas coisas que nós acreditamos e lamento, eu desligar a luz seria facil demais para todos, mas saibam que todos tem uma divida com este grupo que tanto fez por voces e que tão pouco pediu.

Eu não posso dizer adeus, porque por varios motivos o Panteon é parte de mim, são minhas cores favoritas, são meus amigos e minha família, mas se a opcão de voces é seguir a vida eu também nao posso me castigar por isto, muito menos castigar o proximo.

Saibam que para uma revolução só precisam de duas pessoas eu mesmo perdendo a fé e a certeza eu acredito mais do que nunca naquilo que um dia, na cozinha da minha casa começamos a chamar de Grande Espírito.

Hoje no anirversário de 20 anos de libertação do Mandela eu comemoro o dia que eu fiz meu primeiro hack a 20 anos atras e é impossivel que uma criança de 12 anos tenha consciencia disto, eu apenas sabia que este dia ia chegar e que eu ia conheçer os meus.

Eu posso sair do Panteon, eu posso dizer que ele não existe, eu posso dizer que não, mas não posso tirar o Panteon de mim.

Eu voltei e posso viver sem voce e voce sem mim, mas será que sua vida sera a mesma coisa sem o Panteon?

Espero por você.

Contagem de Panteonicos: 4

[P]odre

[D]ee_jay_k

[J]ujo

[S]egatto

Mais do que claro é o futuro.

quinta-feira, fevereiro 26th, 2009

Ainda a pouco eu conversava com o Walnor. O que nós erramos? Onde falhamos como lideres? Claro que isto era uma conversa de bar como todas as outras, mas diferente.

Quando estávamos na faculdade tínhamos desafios. Professores, Diretores, DCE, outros alunos sem contar a satisfação de nós estrangeiros em Cascavel desafiarmos os próprios locais, filhos dos poderosos e tudo mais. Tínhamos desafios constantes que tinham que ser superados e as vitórias eram diárias. Impossível resistir a força de um massa nerd. Hackers de todos os sistemas. Digo aqui social, cultural, tecnológico, estudantil e muitos outros. Todos nós éramos hackers, ajudantes ou parte de um plano contra o nosso plano. Queríamos destoar, fazer a frequência da nossa vida ser outra a mais intensa. Vendíamos isto, vendíamos a diferença e que o nosso objetivo era sim mudar a sociedade. Sem este papo de fazer a minha parte, íamos fazer a nossa parte e a parte do todo.

Nunca fomos ignorantes e sempre soubemos o quanto dinheiro era responsável por isto. Então é claro que as festas, passes, controle político e social faziam parte disto.

E mais uma vez fomos competentes. Conseguimos reunir os melhores e os melhores foram mais longe e conseguiram os melhores e assim foi durante muito tempo.

Criamos nossa própria entidade espiritual pra explicar que todos nós éramos agnósticos. Que acreditávamos, mas não que alguma religião poderia explicar. Expansivos também, afinal acreditávamos em tudo, lembro bem que o pessoal não brigava com o Silviao porque tinham medo de ele jogar alguma maldição neles.

E como nunca nós crescemos, nos infiltrarmos em na Unioeste, em cascavel e na região a ponto de eu um dia pensar que nada em nenhuma cidade de Cascavel a Foz do Iguaçu pudesse acontecer a um de nós.

Afinal o Panteon era isto, o grupo que ditaria o caminho da sociedade. Mudaríamos o nosso mundo para que nós fossemos o que queríamos ser, nenhuma moral ou costume seria mais forte que o desejo de um panteonico, afinal, o Nilo que me corrija; Sociedade é só um conjunto de costumes e o que define a moralidade social são estes próprios costumes criados por eles. Nossos seriam os próximos costumes.

Essenciais, porque de nós derivariam os costumes futuros de gerações e não seriamos nós os vencedores e sim os próximos. Quica o Remo pudesse contar aos seus netos de como foi que as coisas mudaram.

Mas como eu disse, eu conversava com o Walnor e para nós ficou claro que chegou o momento que nós ficamos sem o inimigo. E sem ele perdemos o sentido de existência e a razão da organização. Perdemos. Perdemos pra nossa própria falta do que fazer.

Tentamos falsamente ajudar o Nilton. Eu mesmo falhei com ele, acho que se tivesse feito tudo com 5% da mesma energia da época das guerras eu teria com certeza atingido meu objetivo. Desculpas Nilton.

É fato e obvio para mim que não importa o quanto você queria, guerreiros são guerreiros e eles foram feitos para a luta. O guerreiro quando para de lutar ou não tem mais guerra alguma se aposenta. Toca suas próprias coisas, esposa, filhos e etc.

Alguns de vocês meus amigos, são guerreiros sem uma guerra. Alguns generais sem guerreiros. Alguns pensadores sem objetivo. Líderes sem seguidores.

O mais engraçado dentro os diversos pontos de vista é que nós perdemos porque sempre vencemos e por nunca conhecer a derrota não percebemos quando nós mesmos nos entregamos.

Pra você eu gostaria de dizer que o Panteon sempre vai ficar marcado como uma boa época pra mim. O Panteon era o sinonimo de que nada era impossível, que os problemas dos meus amigos que pareciam enormes eram pequenos para mim e os meus problemas que eram imbativeis eram pequenos para outro alguém.

Eu sempre tentei explicar pro Chiba muita coisa, mas nunca consegui explicar sobre como o futuro esta ali nos esperando e como é fácil vê-lo.

E mais uma vez sem deixar claro o que isto quer dizer e esperando que esta mensagem fique martelando na cabeça de voces eu cito: Agora eu sei que apenas eu posso parar a chuva.

Escolha o silëncio abrupto ou o caos irrefutavel, mas escolha, não seja mediocre.

quinta-feira, julho 24th, 2008

Aniversário de 100 anos do Panteon

quinta-feira, julho 17th, 2008

O ser humano evoluiu muito desde sempre e com as evoluções dele o conceito de sociedade e a participação dele nelas.

Vivemos hoje num mundo sendo revolucionado por comunidades virtuais muito maiores que varios paises de pessoas de afinco. Orkut, Facebook, MySpace e outro que ainda estão por vir apostam em que basta o meio que as pessoas sao suficientes para se relacionarem.

Saibam que muito antes disso, nosso prodígio Galapas preconizou o caos que seriam estes tipos de comunidade e ele nao tinha nem 15 anos. Vale lembra que eu projetei uma prancha que voava e desenhei com o Silvio o que seriam as primeiras redes wireless. Ainda temos os projetos de cada um e tantos outros que eu nunca ouvi, por medo ou qualquer coisa assim e finalizando temos os descrentes, afinal, todos sabemos que temos genios com grandes teorias aqui e quem da credito a eles? Todo mundo bate palma e no final se o pequeno jovem consegue fazer algo ele escuta aquele famoso e imperdiviel “Eu ja sabia”,

Não precisa pensar muito, eu planejo a campanha do Nilton desde o primeiro dia e fui o primeiro ou ultimo a dizer que não tinha dinheiro pra campanha dele. Tudo bem, eu esperava as coisas pra daqui 4 anos, tudo bem eu sei que to devendo o cu do bico, tudo bem ele consegue sem a minha ajuda. Tudo mentira.

Arranjar desculpas é sempre mais facil, sentar no seu monte de problemas e olhar para o umbigo é ainda mais facil, mas todos aqui vivem uma comunidade. Não me sinto nem melhor nem pior hoje, mas me sinto errado e não sei se algum dia vocês compartilharam este sentimento, mas eu tenho certeza que muitos deveriam. Nós conseguimos tranformar um grito de liberdade em algo sem sentido algum sobrando as poucas iniciativas de alocação no mercado de trabalho. Paramos com o site, paramos com o serviço, paramos de procurar novas pessoas, paramos com nossos pequenos projetos entáo o que dizer dos grandes e a soma dos nossos erros e incapacidades tranformou o Panteon numa catastrofe.

Faz um ano que escrevi sobre o grupo, falando do futuro e como seriam as coisas em 10 anos. Lamento dizer que aquele texto cheio de amor e pressa estava errado e que as propabilidades de ele se concretizar é um susto no espaço, zero, niet, nada.

O ser humano também evoluiu e a tecnologia tambem teria certeza em dizer que o nome Panteon estaria na minha lapide, mas eu quero ser cremado, então o Panteon, não vai chegar a fazer 20 anos e se fizer nao vai ter sentido, afinal vai ser um bando de caras de tecnologia comemorando aquilo que “Eu ja sabia”, comemorando que são o maximo.

Eu errei, eu sinto falta da gurizada nova, eu sou teimoso, eu falhei como filho do ponto de vista do meu pai, eu falhei como membro da sociedade do ponto de vista dela, eu falhei com o plano mais complexo, eu não compartilho o que penso apenas o ideal, eu falho em me comunicar com quem eu gosto pois fico afetado pelo meu sentimento, eu falho em me comunicar porque pra mim fazer é mais do que falar, eu robo no counter-strike, eu minto, eu manipulo e exploro, eu vou morrer e o que é mais fato de tudo amei este grupo a ponto de achar que o mundo não seria capaz de me vencer pois quando eu olhasse pro lado voces todos estariam lá.

Ainda sou o Podre, mas eu parei de acreditar na minha família.

Os motivos do silêncio.

sábado, maio 17th, 2008

Não é de hoje, toda vez que eu começo um novo trabalho eu saio de uma zona de conforto e domínio e vou para uma espécie de desafio. Aqui no México não é diferente e neste caso não é só o trabalho é o estilo de vida que mudou radicalmente, é duro falar português só quando você esta em casa.

Mas mais uma vez é uma luta de eu mesmo contra o tudo e todos, aqui numa situação ainda pior, em todas as outras oportunidades eu assumi projetos desde o início e toquei o bumbo aqui eu assumi o projeto exatamente na metade o que só vem a dificultar ainda mais. Ainda tem o confronto cultural, se no Brasil somos variedade aqui no meu projeto foi como sacar o icone de cada cultura e colocar aqui, indianos, chileno, peruano, mexicanos, colombiano, brasileiros de minas, do parana, de são paulo e cariocas. Estilos de trabalho, modo de vida e cultura que vem a se encontrar justo aqui e mesmo para mim que sempre estive acostumado em encontrar a linha comum de um grupo diverso, aqui parece ser impossível.

E a pimenta? a sensação que eu tenho é que tem pimenta no ar, no leite, na agua ainda ontem me deram um “doce” que era salgado e com pimenta. Cheguei a pensar que tinha alguma coisa errada, mas enfim quem sou eu pra julgar a cultura e os habitos de um povo uma nação?

Não tem sido dias faceis, a Georgia esta aprendendo espanhol, ja entende quase tudo mas ainda não fala muito então neste processo eu acabo suportanto ela nas atividades fora de casa, tem sido dificil para os dois, mas a Georgia simplesmente ama o lugar, afinal a base da alimentação é o milho e não o trigo como no Brasil, então aqui é a terra prometida dos Celiacos.

Sinto falta de falar português, de comer doce de banana, de churrasco, de boteco, de balada e das minhas famílias.

Mas não se enganem, isto é apenas um desabafo, só pra explicar o motivo do meu silêncio. Eu estou aqui, forte e seguro do que eu estou fazendo é o certo e o melhor e mais uma vez como retorica da minha vida eu vou provar que eu não ninguem mais estava certo, vou terminar de arrumar a casa em alguns dias e logo os mesmos que hojem fazem peso serão aqueles que vão me empurrar.

Onde esta o Ferris?

quinta-feira, março 20th, 2008

Nada como dias sozinhos para uma melhor reflexão de tudo. Quando eu era criança, na sessão da tarde passava um filmasso, “Curtindo a vida adoidado”, claro que isto é uma tradução tosca de “Ferris Bueller’s Day Off ”, acho que foi um dos primeiros filmes do Matthew Broderick, mas quem se importa com isto? Eu não. Era a história de um colegial que era dotado de um excelente poder de comunicação, tecnologia e grandes amigos. Melhor na época impossível, pra mim só foi superado por “De volta para o futuro” à trilogia é claro, mas esta também é outra história.

Eu queria ser o Ferris, ter tudo quanto era porcaria tecnológica, saber me comunicar e ter grandes amigos. Histórias para contar então eu teria várias, todo fim de semana seria um filme. Mas tem um problema, a história do filme não mostra o Ferris até a morte e deixa bem claro que ninguém sabe o que vai ser. Caso alguém vá pesquisar, na tradução do português, diz que ele vai ser um grande líder mundial, já o original, diz que ele vai ser cozinheiro em uma praia.

Sinceramente, qualquer uma das opções esta excelente pra mim, mas este é só o fim da vida dele, não o meio, cadê o resto da história? Onde esta o Ferris?

Durante tanto tempo quando sou capaz de lembrar, desde que comecei a me dedicar à vida profissional o que eu mais escuto são para frases como “Esta história é velha”, “Quando vamos ter novas histórias?”, “O Panteon era outro naquela época!” e por aí vai. Assim, na pratica mesmo, as pessoas mudam e tem que seguir um fluxo normal na vida, não da pra só fazer festa à vida toda, comer a mulherada e viver com R$ 300 por mês.

Não são os heróis que morrem, somos nós que envelhecemos e paramos de acreditar neles. Mas eles estão lá, seja desembaraçando a política, conseguindo empregos, montando empresas e estas são as novas histórias. Já não somos os mesmos, nem mesmos nossos ícones, mas coisas nunca mudam. A maior parte de vocês eu conheço há 10 anos ou mais, mesmo a mulher com quem vou me casar esta comigo, entre idas e vindas, há oito anos.

Sinceramente eu normalmente não me desculpo pelas coisas, mas lamento dizer que cresci, não mudei, mas cresci. Não tenho mais histórias de putaria, nem de briga, só coisas corporativas que quando conto aqui neste mesmo canal a maior parte de vocês não entende e ainda leva em consideração achando que estamos nos “tecnocratizando” e querem criar movimentos para que isto não aconteça, quando para mim, são apenas histórias, as novas histórias.

Também não quero dizer que não sou o mesmo líder que há muito tempo eu fui, eu apenas cresci, então muitos sentiram a diferença. Deixar a liderança do grupo para ninguém foi à coisa mais difícil que eu já fiz, afinal da primeira vez eu e alguns de vocês me ajudaram a criar um príncipe. O que eu aprendi com isto? Que você deve amar seu filho pelas escolhas dele e não pelas suas. E eu amo.

Claro que não foi só esta experiência que passei, foram tantas e tudo hoje faz parte de mim e ser um Panteonico foi mais significativo pra mim que qualquer outra coisa. Inclusive a minha vida profissional só deu certo por causa do grupo. É outra história, mas em duas semanas de GVT eu tinha cerca de 40 pessoas respondendo pra mim, tinha meu espião e montava o meu cartel, onde você acha que eu aprendi isto? Com todo o perdão ao Nilo, não foi na escola, foi aqui nesta casa.

O Ferris ainda esta dentro de mim, certas coisas não vão mudar, mas sinceramente hoje eu preciso apenas me dedicar a conseguir ser um cozinheiro na beira da praia, espero que entendam isto e que alguém, mais novo e com disponibilidade a ter novas histórias assuma.

O antivírus.

domingo, fevereiro 24th, 2008

Desde o início dos tempos o único fato que é certo é que vivemos uma evolução. Evoluímos de uma única célula até um organismo complexo com capacidade de raciocínio e movimento de pinça. Desde então, evoluímos por nós mesmos, não deixando a cargo da própria natureza a sua utilização e fim.

Evoluímos tanto que começamos a achar que nós, organismos ácidos, que respiramos oxigênio, bebemos H2O e produzimos metano somos o melhor que a capacidade ecológica deste planeta produziu.

Somos como uma peste, que devasta tudo e que provavelmente vai causar o próprio fim, mas muito antes disso, coisas piores vão acontecer. Quisera eu fosse um profeta do apocalipse e que pudesse dizer que seres de outro planeta ira nos salvar, até porque por puro ato de ignorância teríamos atacado-os com toda nossa fúria para proteger o mundo patético que criamos, ah sim, criamos, porque não era pra ser assim.

Pouco depois do raciocínio teria nascido aquilo que universalmente conhecemos como “AMOR” e pelo amor sem fim o ódio seu verso teria assim nascido também. E como gêmeos idênticos são quase impossível saber a diferença dos dois.

A partir deste evento magnífico surgiu o conceito de família e depois de sociedade e a sociedade por si só decidiu definir aquilo que seria moralmente aceito e ético. Com a moralidade e ética criada a sociedade esta armada de moldes onde poderia encaixar ou não qualquer espécie vivente na terra, afinal, o que não faltam são sociedades, todos estão devidamente encaixados em uma, seja qual for. Não é difícil, eu mesmo me encaixei em várias.

Mas existem sociedades grandes como a dos pobres e pequenas como a de ricos e menores ainda que sejam aqueles que vocês nem sabe quem são, mas são eles que diretamente regem todas as demais, mas vamos falar desta horda sinistra mais pra frente.

Ao largo disso existem sociedades mais simples, mas com muito mais poder. Religiões levam as pessoas a fazer tudo a troco de fé, que só poder ser representada pelo medo da morte, pois salvo isto, tudo o demais, esta nas mãos das próprias pessoas.

Somem os fatos das sociedades poderosas e religiosas e vocês terão uma mínima idéia de quem controla o mundo.

Agora você ficou indignado? Ninguém te controla certo? Então o que esta você a fazer atrás deste monitor, usando roupas de marca, com seu celular ao lado, afinal alguém pode entrar em contato contigo para fazerem o que a sociedade prega como certo e viável, se socializar, claro que dentro das regras e padrões estabelecidos. Os índios pelados, os brancos vestidos e os negros repreendidos. Eu não sou negro, sou gordo, mas entendo bem o que é ser discriminado, afinal eu já fui magro.

E assim você segue, na mão de poucos, controlado por uma religião afetada. Vamos ser práticos, seus filhos às vezes te tiram do sério, são homossexuais, locos, querem estudar musica, bandidos e etc. eles estão completamente fora do padrão, mas vamos lá, você não iria querer que só por causa disso ele passasse a vida toda no inferno, ardendo em chamas e chorando, então porque Deus ou qualquer outro ser super poderoso iria querer isto a você que é filho dele?

Então vamos a um breve resumo até aqui, a natureza deu a nós humanos a oportunidade de fazer parte dela e nós estamos super bem nesta tarefa, populamos o planeta, consumimos todas as suas reservas para fins comerciais e estamos à beira de um colapso climático. Tenho que admitir que alem de mim, todos os meus antepassados são caras realmente fora do comum.

O que é fato, nós nos tornamos um vírus para o planeta como um todo. Não só ecologicamente, mas principalmente socialmente, definindo o que é certo ou errado quando o que é certo é que nós nascemos sem nome, pelados e pelo caminho da luz. Conseguimos transformar tudo aquilo que foi nos dado em regras e paradigmas que manipulados por alguém que deseja a sua ordem, não a ordem da sociedade, conseguiu em gerações transformar a vida neste planeta num caos.

Munidos do que eles alegam ser o “livre arbítrio”, regras e ética nos transformamos no maior organismo vivo deste planeta, afinal, estamos diretamente conectados. Claro que na maior parte do tempo é entretenimento, é o destino mantermos nossas mentes ocupadas, mas é obvio que estamos conectados por uma mídia global de mentiras e correlações forjadas para que você deseje ser alguém, ter algo ou viver com mais segurança, quando tudo que você precisa é a luz do sol, água e alimento.

Você se pergunta; Luz do sol? Claro é impossível ter vida sem sol, sem água e sem formas de obtenção de energia. Então o sol, este sim é o senhor de todos os deuses, tão caracterizado quanto se pode é ele o responsável pela invenção de todos os deuses e por conseqüência todas as religiões deste mundo.

Outro resumo até aqui é que, somos filhos do sol, tudo que é para acontecer conosco esta sendo planejado por alguém e que religiões se aproveitaram da única coisa importante que é o sol para criar seus deuses e explicar a vida sem ele seria de pura escuridão.

Enfim, tudo isto se criou até hoje, de forma espontânea, sobre controle de pouco e com um destino quase tão incerto quanto o dia de amanha isto ira se acabar.

Eu escolhi ser um guerreiro, escolhi ser de uma família e escolhi meu próprio nome, eu escolhi ser o antivírus e me aproveitar de tudo que eu sei para que eu possa de uma forma a afetar diretamente a liberdade e a escolha do mundo onde eu vivo positivamente.

Cansei de viver sobre as imposições de pessoas que já se foram ou mesmo de contribuir para que tais oposições permaneçam valendo. Não esperem de mim novas imposições, não esperem de mim uma mudança rápida e muito menos esperem que seja eu o responsável final por tudo isto, mas o que é fato, é que será aquele que nascerá de mim o responsável.

A mudança vai acontecer primeira na minha casa, no lar onde eu vivo e com as pessoas com quem eu me relaciono. A mudança usará aquilo que este vírus tem de pior para indexar ainda mais o seu processo, por isto eu sei, que o futuro do meu futuro será melhor.

E como tudo, será uma nova ordem que derrubará a estabelecida hoje e no futuro será derrubada por outra ainda melhor, mas a mudança é imprescindível e quem não mudar cairá e será excluso através dos próprios moldes por ele estabelecidos.

A quem nunca entendeu o que é o Panteon, passo assim a mais simples imagem, nós somos o antivírus e nós vamos vencer.

Não existe razão…

quarta-feira, outubro 10th, 2007

…para que as coisas sejam fáceis. Tudo que passamos até hoje é a prova concreta que moleza é o colo do capeta. Como diria o Bassani, “é apenas uma ilusão de escolha, você é passageiro não motorista”.

Realmente concordo com ele, mas porque conheço vocês. Sabe todo este esforço pra ser o melhor sempre é cansativo, vejo pela cara da Georgia, do Walnor, no Nilton e de tantos outros, cansa, buscar ser o melhor sempre.

Pode parecer que somos preocupados com nossos egos gigantes, com nossos bolsos e nosso próprio umbigo, mas a verdade é que sempre ensinar uma coisa importante, “Ame a nossa família, faço algo por você, mas pense sempre em fazer mais pelo próximo.”

Nosso brasão diz “Por uma vida justa e uma morte honrada”, palavras que tem um peso diferente par cada um e tantas interpretações, mas se alguma vez eu não deixei claro o que eu espero de cada um é que cada um faça o que recebeu pelo próximo.

Esqueça um pouco o seu umbigo, lembre-se de quem te ama, faça o certo, mesmo que o certo só tenha sentido pra vocês dois, seja feliz, se liberte, durma bem.

Estou aqui longe da maioria de vocês e estes dias Panteonicos em Campinas vão ser os melhores desde que decidi morar aqui. Não me falta nada aqui, por sinal sobra, mas eu realmente fico é mesmo feliz com os abusos.

Sejam bem vindos panteonicos de todos os lugares e saibam que aqui é a casa da minha família e que nela só existe felicidade e amor.

Nem sempre…

terça-feira, outubro 2nd, 2007

Por maior que seja nossa capacidade de comunicação, virtualmente falando, sempre pecamos por esquecer que muito alem disto esta a presença e que é dela que se faz o calor humano, alianças, famílias e o que importa pra vida.

Mas ser um panteonico e não alimentar a soberba da conquista quase não faz sentido. Vivemos como homens e mulheres livres, a uma distância a pouco tempo inenarrável, que por muito menos, muito menos, separam famílias.

Ainda assim, com todos perdas temos um núcleo forte que jamais se desfaz e seguimos quase como um vírus, crescendo numa progressão lenta mas consistente.

Nunca nos faltou esperança ou bom coração e nunca vamos ter uma moldura panteonica, mas eu conhecendo vocês meus amigos posso dizer que:

Nem sempre fizemos o certo, mas sempre é o melhor para nós.
… vitorioso, mas sempre honrado.
… dizemos o que sabemos, mas nunca mentimos.
… reis, mas sempre guerreiros.
… estamos juntos, mas quando estamos é melhor avisar a autoridade local.
… temos tempo, mas quando temos é mais valioso que ouro.
… vodka, mas sempre álcool.
… poderosos, mas sempre talentosos.
… inteligentes, mas sempre brilhantes.
… feliz, mas nunca tristes.
… vermelho, as vezes negro.

Mas sempre os mais bonitos.

Nossa geografia.

sábado, setembro 15th, 2007

Quando pequeno os mais sabios sempre nos ensinaram sobre a nossa geografia, mostarndo tudo que eles conheciam sobre o assunto e a demonstração da importância de cada região.

Claro que o tempo quase nunca nos permitiu ir alem dos nossos domínios, até pelo fato, que na nossa ausência quem seria aquele que lideraria nosso exército? Quem cuidaria das mulheres? Quem ensinaria o que é o certo?

Mas é fato que a muito tempo eu sai em descoberta de novas terras e em cada lugar onde passei hoje temos uma base, um homem santo, pronto para explicar e abrir mão da própria vida em pról da passagem do conhecimento.

Ninguem é menos importante, tanto os que ficam em seus lares, quanto aqueles que aceitam o chamado do GE para espalhar, selecionar, treinar e acompanhar os seus filhos das novas terras.

Logo começarei a minha ultima mudança no meu castelo em minha terra natal, deverá estar pronto para quando eu decidir voltar, mas no momento mais um desafio me foi imposto pelo GE.

Numa terra de sofrimento e destruição, caberá a mim a reconstrução da comunicação. Veja que nós somos os mestres da comunicação e da informação, nunca existiu uma família que fosse aos pés da nossa.

São artistas, comunicadores, artesões, políticos, militares, homens santos e etc, ninguém é melhor que a família Panteon em comunicação seja o nível que for.

A mim ainda cabe a decisão de aceitar mais esta missão e se algo de errado aconteçer, diga ao meu filho que o amo e que se possível ele possa um dia perdoar seu pai, pois em suas decisões ele não sabia o que era o amor, era protegido pela ignorância dos seus deveres para com a sua família.