Archive for the 'Soldado' Category

O que sentiremos depois?

domingo, dezembro 20th, 2009

Procurei na memória varios encontros em volta das távolas, porém nao encontrei os que desejei, senti firmeza e ao mesmo tempo insegurança.
Ao meu rei meus elogios e o sentimento de reter cada segundo na minha memória, para durante as lutas fisgá-los e somá-los à minha força.
Aos Guerreiros, Estrategistas, Mestres de Espírito, e Comandantes, minha gratidão, por cuidarem tantas vezes de minha vida, que destinada fora em suas mãos.
Sorrisos, vinhos e animais, ao todo o saber de ter confiança em cada dom, e mesmo sabendo que ao futuro chegarei, assim como todos ali, com o sentimento de “poderia ter feito mais”, sentindo aquele vazio que só a época certa poderia proporcionar, ainda assim chegarei sabendo o quanto são os melhores, o quanto admiro cada um e uma que lá estiveram, nas batalhas e nas távolas.

O Espírito é vivo, os guerreiros também, as guerras não, não em conjunto ao menos. Façamos as vidas e as colheitas prósperas, porém as batalhas sempre virão, e em cada uma delas o rosto de vocês estará presente, ao menos em meus pensamentos.

[S]oldado

Um rumo ao exército, um novo rumo pelo exército

domingo, abril 19th, 2009

O desperto do Rei faz-me soldado, e a esperança de guerra torna-me a celar e viajar. O mundo lúdico sempre auxiliou o reino, seja por meio das rotineiras alusões de dragões mortos, seja pelas alusões fantasiosas e não reais, ou pelas reais divulgadas pelos pergaminhos por todo o reino, e disso fiz parte.
Faço parte, todos fazem, com certeza sei o que o meu Rei esperava, estava ali, nas escrituras que ainda não foram escritas, estão ali, no rascunho das escrituras, a lendária motivação e toda sua integração com o mundo, desde o despertar para outro *****, até a função linear de tempo anacrônico, baseado em suma na confiança, fortalecido na família e estruturado pela liderança de um “não líder” saber que todos são peças, pequenas, médias e grandes, de forças inigualáveis para um exército devastador, que faria produziria em batalha apenas pelo piscar de olhos do Rei, indo à frente de batalha com uma espingarda na mão, enquanto o seu mentor estaria acalmando seu espírito antes da batalha, seus bobos da corte alegrando seus guerreiros, seus guerreiros; obstinados guerreiros; treinando seus alvos, seu estrategista completando o plano, seus atiradores de elite posicionando-se, seus pistoleiros armandoo-se, seus anjos anunciando, seus atiradores de canhão guardando sua retaguarda, seus diligentes e govenadores… Enfim todos exercendo suas funções, não por obrigação, mas por saberem que isto completaria o exército e os levariam à vitória. Amigos no fim da batalha em que todos celebrariam com vinho em volta do manto vermelho do Rei, não dando-o como vitorioso, mas recebendo a vitória dele.

Com muita dor senti relutas dentre seus guerreiros, guerreiros de ponta, seus melhores, e ouvi em rumores o julgamento do conhecimento da causa, da confiança, do tempo retirado para fazer algo que não sabiam o pq, senti-me triste, guardei minhas armas, encontrei minha esposa, a devoção da minha vida e a devoção para minha vida, viajei para minha colina; colina essa que conquistei por ter honrado seu nome; e segui os passos perdidos de meu Rei atônito, ainda sem acreditar que as guerras tinham acabado. Elas tinham acabado.

Meu Rei encontrou o seu caminho, meu Rei encontrou na verdade o caminho do seus guerreiros, e unindo o sóbrio mundo das guerras com o “canto da sereia” da vida dos seus guerreiros ataca a veia de todo o sentido do Grande Espírito.

Muitos não aprenderam algumas etapas, muitos de vocês não entendem o pq faz-se uma escada de aprendizado, não uma hierarquia, não depende apenas do tempo, depende da preparação, onde as coisas surgem para cada membro, guerreiro, voador, pistoleiro, anjo, projetista ou estrategista, ao seu tempo. Vocês meus caros, podem não ter notado, mas as explicações para cada coisa, com cada estigmatizado, que relaciona-se com você tem uma explicação da fonte do Grande Espírito, que talvez você vá saber depois de horas, dias ou anos, e isso é que o faz subir na escada, cada relação e cada função em aprendizado sobre o poder e a vontade de seguir-se reto quanto ao seu caráter Panteônico.

As diferenças sempre uniram e a esperança vai renascer em cada colina quando vocês entenderem, que abriu-se mão de um líder “não-líder” abriu mão disso e tornou-se um Líder, que vos explicará as finalidades, porém eu espero que as guerras, as batalhas e as vitórias, voltem a trazer unidade e confiança, individual de cada Panteônico e principalmente para o líder, para o Rei, que ele volte a apenas mostrar o caminho e você, mesmo sem saber execute, pra horas, dias, meses ou anos depois entender e saber que aquela atitude foi a correta, e por ela você venceu mais uma vez.

Saudade das vitórias meu Rei, saudade das batalhas, das guerras, e do vinho em torno do seu manto. Que seu Soldado mensageiro continue em seu exército por ter cumprido a primeira etapa do treinamento. Cuidei de mim, cuidei dos meus.

Meu projeto volta agora a tornar-se palpáveis, buscarei meus pergaminhos para a escrita, ainda faltam 2 anos para vencer o prazo e entregarei antes disso.

Todas as noites em que sentei-me nessa mesa para escrever para vocês guerreiros, e para sua Majestade meu Rei eu chorei, minha esposa foi prova disso, não fui eu nesse tempo todo, minha última tentativa foi a dois dias, custando-me mais uma vez da noite ao raiar do sol muitas lágrimas por ainda não ter voltado a ser um Soldado. Hoje Soldado, as palavras fluíram desta pena e estão soltas novamente em meu coração. Que meus escritos voltem a agradá-lo meu Rei, e enfim volte eu a ver a confiança nos meus, assim como sua majestade vê.

Soldado

Ao Rei

sábado, agosto 25th, 2007

Faço cortesia às suas atitudes e as dos demais integrantes deste exército de vencedores, hoje estou triste em minha planície a espera de outra batalha, tenho conflitos internos resolvidos e conflitos em minha morada. Ao rei quero agradecer o presente da arma do fogo com luz, que me diferenciou dos inimigos e tende prosperramente a me ajudar por sua útil luminosidade, ainda que meus inimigos vejam ela como coisa tola, sei da importância…

Caro rei despreocupe-se, você tem de dar a direção e o caminho aos demais, não é necessário citá-los, se citou os mais próximos de pensamento quem o recriminar ou triste ficarr mostra que apenas imporrta-se mais com o status de ser próximo ao Rei.

Dos caminhos as árvores estavam contaminadas de galhos podres, um consegui recuperarr mesmo sabendo da sua contrariedade quanto a isso, mas é meu jeito de lutar, lutar pra fortalecer, entendo o porque de cortar galhos e não ache ou desconfie que foi fácil pra mim cortarr minha carne pois você me conhece sabe que não foi. Caro rei estou à sua disposição assim como sua espada, afiado e pronto, ao inicio do novo ano voltarei aos meus treinamentos, estou perdido em muitas coisas, estou firmando-me hoje a minha esposa e amada para dar continuidade e força na minha luta de ser o melhor no que acredito, a “ATEMPORALIDADE”, conceito não fácil de explicar e compreendida apenas por quem Estigma tem, não acredito na morte como os demais, pelos escritos, morre quem não cumpriu com sua missão de reconhecer e passar o estigma, a morte então não tem honra… Caso considere a morte a passagem de quem fez seu papel, reconheceu e salvou constríndo o bem sendo o melhor… que então ela seja honrada

Aos Deuses peço proteção.
Ao Rei peço Caminho
À vida peço honradez pelos meus atos
À morte que não chegue a mim, que eu e os meus passem adiante desse mundo
E a morte, que seja honrada.

Soldado

Mil vezes

sexta-feira, julho 6th, 2007

É necessário calcular, é necessário viver como um Panteonítico, é necessário porém as contradições e os medos continuam no íntimo dos guerreiros e nas tropas do Rei. Meu caro leitor, o pergaminho que descreve a importância de ver está oculto aos olhos sonhadores daqueles que por ventura imaginam a possibilidade de nossa sociedade existir, agora já tendo conhecimento de que o mesmo existe, busque-o e transforme sua ignorância em conhecimento e tal conhecimento em realização do lirismo íntimo. Sua passagem de mundo depende disso.
Os Guerreiros estão anciosos e eu como soldado espero ter a honra de rever pois minha casa, meu reino e minha esposa são diferentes agora, porém a essência não muda e continuo querendo o espírito. Talvez desgostoso por não compreender partes das atividades e parte das direções tomadas tenha eu ficado ausente e pertinente a mudanças, destarte alguns dos companheiros e guerreiros, ouço a luz e sinto o cheiro doce dá lagrima, o sonho perdido quero buscando mais os potenciais e fazendo as revoluções necessárias.
Caro rei e caros leitores desta carta, ao publica-la estou a fazer um pedido:
Que não morra para que o nível seja superado.
Leia-a na taberna, na prisão no castelo, no campo de batalha, nos céus no quartel em seu barco ou em qualquer lugar ao qual ela alcance, mas deixe que os olhos inundem sua alma. “O Caos apenas Começou, e seus olhos amanhecerão!”

Sentado a minha távola voltarei, e em breve com minha arma em punho e meu cavalo preparado
às batalhas estarei retornando. Minha missão? Antes do prazo!

Tell me

sexta-feira, maio 4th, 2007

Nesse mundo faça como os humanos…

PS: ainda assim mantenha a postura.

Qual é a flor do deserto azul?

sábado, março 24th, 2007

Nas caminhadas contra intempéres da vida percebi essa mensagem subliminar, percebi o quanto preciso sofrer pra dar valor, não como um simples jargão, e sim, como colocastes, para desfrutar da beleza e do horror, sentindo os extremos, estes que dão o verdadeiro sentido à cada uma das vidas e dos mundos.

Como essa soma de sentimentos pode transformar cada um? Mostrando a inutilidade de ser imortal, e quando isso acontece o prazer em viver, o prazer em descobrir como é sofrer por um sentimento, uma família e uma alma, mostra-se o momento de passar à outra vida, passando, retornando somente em outra. Outrora não vivendo, voltarás, imortalmente ao seu ínfimo nível.

Quanto tempo eu tenho? Pouco, e ainda assim acredito na destruição das muralhas em volta do meu ego, descobrir o sentimento e conhecer as almas, entender as lágrimas, senti-las e saborear o poder de estar vivo, e melhor, estar  sentindo. Como em uma, talvez lenda, muito antiga de um reino da princesa de flor azul, dizia o velho sábio mago sobre a existência de um mundo, armonioso porém com suas guerras onde, não em um tempo para trás no que chamaríamos de cronologia, conceito que desconsidero, mas em um atemporal paralelo tempo, os habitantes não tinham o poder e a luz da visão, um mundo onde as pessoas convivem normalmente, e que é de lá que viemos. Como vivera eu sem ver? E então por que vim de lá?

Os mundos são paralelos, uma escalada de sentidos e sentimentos, quando não ficamos presos à este mundo, crendo que temos todos os sentidos, podemos descansar num Panteon e retornar a escalada, a morte é para aqueles que retornarão para este mundo dos 5 sentidos, das 18 vidas, a passagem é algo que o levará para outro mundo e ela acontece, segundo a lenda,  para os guerreiros, os magos, os armeiros, espírritos, guias e todos que servem ao propósito de mostrar para quem tem stigma a pureza da dor, o deleitar-se em sentir tudo o quanto puder, abusar do respeito mesmo que por sua condição de aprendiz nem sempre seja possível e em principalmente reconhecer o stigma.

Talvez entenda a ilustração, em forma de lenda, quem sabe imagines outra magia ou então nem chegue a ler, isso ainda é a soma, aliás o resultado de cada soma, e isso é que dificulta e enobrece o stigma, a pura e simples “Percepção”. Minha caminhada iluminou-se em dias quais eu não imaginara, em situações cada vez mais inusitadas. Hoje, ainda que em campo de batalha, de passagem, ilustro meus pensamentos e aguardo o retorno ao meu treinamento, onde tratarei da minha alma, consertarei minha espada e pedirei a luz, o que os pobres de alma chamam de mortalidade, aos guerreiros quais conheci e reconheci próximos e distantes da minha morada.

A paz que encontrei na guerra me fez ver, sou noturno sim, porém farei pelo caminho correto, sem trapaças, pois a honra de morrer sendo uma lenda, quem faz é uma vida justa.

Satisfação.

quinta-feira, março 22nd, 2007

Sobre as sombras das suas palavras minha vida fica clara, mesmo sabendo eu, que seu conceito não é ser melhor e mesmo eles tendo oportunidade não conseguem se auto prever nem mesmo o mínimo suficiente para decepcionar-se.

Minha espada quebrou-se, nosso armamento é escasso e o sentimento é de complicadas horas nas próximas batalhas, farei com que meus olhos abram para ver meu corpo deitado sobre a planície encontrando uma paz sem igual, o sonho, puro e verdadeiro se quebrou e eu não consiguirei reestabelecer as conexões da minha mente para poder ao menos vê-lo  novamente.

Faço guerras internas comigo a todo instante, manipulo sentimentos de pessoas e as suas decisões, mas não me agrado com o que acontece logo após, não é com todas as pessoas que consigo isto, outrora ja percebi que o ciclo funfiona apenas com pessoas não stigmatizadas. Não quero alterar esse plano mais, não foi pra isso que eu vim parar aqui, o segrerdo desse jogo de nomenclatura vida é outro, descobrir e entrar nos caminhos tortuosos, jogar em modo difícil e vencer os dragões mágicos do fim sempre sem trapaças, e é isso que eu sinto quando manipulo pela rapidez da minha mente, não uma magia ou poder que tenha desenvolvido, mas algo como uma trapaça…

Faço parte de mim mesmo, sinto minhas veias pulsando e não consigo compreender porquê sou tão mutável e como descobri-me assim, trazer luz não está sendo possível, embora esteja eu admirando mais uma vez o trabalho do seu capitão, o espírito treinado pessoalmente por ti meu rei, lapidado e com certeza o mais hábil para não deixar que você suma da minha mente, para que eu olhe e veja, e tembém para comandar o reino…

Sinto falta, tenho esperanças e nada me está satisfazendo, nem as expectativas de futuro nem as guerras passadas muito menos esse tempo na vida medíocre que amei sempre.

Olhos

segunda-feira, março 19th, 2007

Nesses dias que se passaram eu visitei alguns guerreiros seus meu Rei, e pude constatar várias coisas das quais especularei agora neste pergaminho a vossa excelência.

Na praça onde foi quartel general de vários tempos e onde revi vários guerreiros mestres e poderosos do centro de inteligência onde inclusive sua presença foi sentida. Confesso minha surpresa com o tratamento e da curiosidade quanto a expeculação por conta da presença sem Dom, não sei se apenas pra constatar se “flutua” ou engrenado – qual foi a impressão – e ainda pela falta de aceitação da decisão tomada por mim. Caso eu esteja errado na decisão caro Rei, suplico-lhe informação do destino certo para meu treinamento.

Das outras visitas feitas constatei um ponto em comum, cada guerrreiro, servo de sua grandeza, está por agora cuidando de interesses própios, até essa fase tudo bem, porém não apenas para crescer e multiplicar o stigma, descobrir stigmas ou crescer em espirirtualidade, e sim para uma caminhada de desunião e descrédito, como se estivessem sendo segurados por uma tênue linha para deixar de “ver-te”. Com isso meu coração parrte-se e eu deixo, como deixei de entender por várias vezes o caminho que trilhamos, esperando que seja como fora antes, entendendo tudo em um além próximo.

Em seu núcleo de nascimento os guerreiros parecem converter parar esse ponto em comum, porém com uma diferença, ao olhar uns para os outros quando unidos em alguma taverna ao bom sabor do vinho, mesmo que em condições não justas para estes magníficos homens de erros e acertos atemporais, o stigma se mostra presente redobrando batidas de corrações de leão preso a homens infinitamente poderosos.

Os lápis de luz guiarão minha espada que esteve feliz por ver um guerreiro, que considerado morto em batalhas errôneas, fez-se aparecer e mostrar caminhos perceptíveis apenas a olhos treinados, com isso também ví que seus guerreiros não foram compreendidos na batalha da colina de azurra, nosso exército não fora reduzido apesar de aparentar, mas os suprimentos não estão em ordem e nossa estratégia esta traçada apenas para um ataque mortal, com meses nossos espiões sondaram e sob supervisão Panteônica fora então consumado, devido a precisão tática elaborada pelo espírito e pela significância somado à discrepância de rersponsabilidades da batalha do cold, acontecida no ano que passou, o clima entre seus guerreiros e mesmo os guerreiros e suas reportagens à vossa excelência ficara indisposto o que acarretou em uma falta comunicativa grave sacramentada aqui, e espero que sepultada para a infinidade dos dias.

Caro Rei, a quem devo respeito e toda a vida minha, tenho meus medos, e muitas dúvidas, caso o senhor ainda esteja lendo meus escritos e eu ainda seja considerado por sua majestade espero  seus olhos sob as decisões futuras. Caso não esteja e não seja, que o Grande Espírito tenha piedade dessa alma minha.

Soldado

Novamente

segunda-feira, fevereiro 5th, 2007

Quando renasce esta luz em meu coração de guerreiro minha espada não tem trégua, até então estava por meio de diásporas, e elas estavam fazendo-me perder a fé. Reunir, palavra que prescisava para aliviar meu coração. Que venham guerras e monumentos, que derramemos sangue ainda dque nosso, o espírito guerreiro se acalma, mas não morre.

O sentido das cartas e dos enigmas traçados  e cuidadosamente forjados é a identificação do verdadeiro coração guerreiro. As trevas cruzam o caminho e este ano de paz me traz um imenso desconforto, não busco mais a paz, e sim a vitória. Conquistas importantes foram feitas nos primeiros passos desse ano, outrora temos de tomar cuidado com ataques precoces das vilas à frente.

Guerreiros, façam valer a pena, vamos à luta com espadas sedentas e fuzis carregados do mais puro e limpo ódio para a tomada de um espaço a mais, e agora que temos territórios e pessoas importantes dentro do jogo deles, está na hora de articularmo-nos em torno do objetivo do grande espírito. Traçar caso seja preciso ou então lembrar da verdadeira  e ortodoxa prática do que nos guia. Estou com vocês e nosso rei irá nos guiar pelos vales e conquistas para que cada vez mais elas sejam significativas.

Eu tenho a vida pela Honra de quem me concede e quem me sorri, e minha morte a ele entrego.

Saudade

quinta-feira, fevereiro 1st, 2007

As pessoas são incríveis, mas o que mais impressiona este guerrreiro atemporal é a marca, algo que fica de cada ser especial em sua caminhada em busca de outros estigmatizados, um de seus melhores guerreiso está distante, não sabe ele se continua batalhando ou se ja passou para outro plano, o que fica certo é a saudade, dolorida e que aperta seu peito quando sua espada esta empunhada, talvez lute com mais força querendo continuar vivendo por ter esperança de que aquele guerreiro, aquele companheiro amado ainda esteja vivo, e essa força o fará encontrar em seu caminho outra vez.

Talvez apenas mais uma ceia em algum castelo ou alguma tarde cavalgando à procura de diversão, o que importa a esses guerreiros já que o tempo conta para eles de outra forma? Qual será o destino dos nobres de coração? O mundo forja-lhes estradas, quando tomam conta de que todas as estradas são uma e todos os seres que não apenas figuram são um, fazem crer o espírito que o homem é apenas uma criação carregada e que tanto esse tempo quanto essa história são como um “pano de fundo” para uma busca evolutiva de ação para criação.

A quantia de mundos, de histórias e de marcas é enorme e quando passa o guerreiro a vê-la é que o sentido vêm à tona. Sobre o título desse pergaminho o que resta dizer é que foi alguém que, por mais que digam estar morto, ainda está vivo em alguns corações, corações que esperam aquele sorriso voltando em cima de seu cavalo mil contando-nos as aventuras de seu treinamento.

A saudade hoje apertou. Que por meio desse o guerreiro distante saiba, ou faça-se saber, que sua volta é aguardada e que suas cartas ou sinais sobrevivem a imensidão do pseudo-tempo. Carinho é algo que nunca um guerreiro esquece, pois na minha casa, na casa de meu rei, não faltará a outro guerreiro, comida, seu banho e sua cama.

Sua espada ainda reluzirá em batalhas com a minha e do nosso grupo principal. O começo do fim do estágio está ao nosso aguardo.